domingo, 14 de janeiro de 2018

Diretores do Sindicato dos Empregados no Comércio de Sobral, estiveram visitando os comerciários


Hoje (Sábado, 13 de janeiro de 2018), diretores do Sindicato dos Empregados no Comércio de Sobral, estiveram visitando os comerciários tirando dúvidas sobre a ‘’Reforma Trabalhista’’, ao mesmo tempo fizeram uma pesquisa se ‘’eles’’ aprovam ou estão de acordo com o ‘’1º PRÉ-CARNAVAL FAMILIAR DOS COMERCIÁRIOS’’...  Resultado final da enquete sairá na próxima  segunda feira ( 15 de janeiro).  Entretanto momentaneamente podemos afirmar que 99 % aderem.



segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

ASSÉDIO MORAL É CRIME


Apesar de não ser uma prática nova no mercado de trabalho, o assédio moral vem sendo amplamente divulgado na última década, e as condutas de empregadores que resultam em humilhação e assédio psicológico passaram a figurar nos processos trabalhistas com mais recorrência. O assédio moral pode ser configurado em qualquer nível hierárquico e ocorre de forma intencional e frequente. Neste CNJ Serviço, procuramos esclarecer como costuma se caracterizar o assédio moral, suas consequências e o que fazer a respeito.

Conceito 
Entende-se por assédio moral toda conduta abusiva, a exemplo de gestos, palavras e atitudes que se repitam de forma sistemática, atingindo a dignidade ou integridade psíquica ou física de um trabalhador. Na maioria das vezes, há constantes ameaças ao emprego e o ambiente de trabalho é degradado. No entanto, o assédio moral não é sinônimo de humilhação e, para ser configurado, é necessário que se prove que a conduta desumana e antiética do empregador tenha sido realizada com frequência, de forma sistemática. Dessa forma, uma desavença esporádica no ambiente de trabalho não caracteriza assédio moral.
Situações vexatórias 
Como exemplos frequentes de assédio moral no ambiente de trabalho, podemos citar a exposição de trabalhadores a situações vexatórias, com objetivo de ridicularizar e inferiorizar, afetando o seu desempenho. É comum que, em situações de assédio moral, existam tanto as ações diretas por parte do empregador, como acusações, insultos, gritos, e indiretas, ou ainda a propagação de boatos e exclusão social. Os processos trabalhistas que resultam em condenações por assédio moral, quase sempre envolvem práticas como a exigência de cumprimento de tarefas desnecessárias ou exorbitantes, imposição de isolamento ao empregado, restrição da atuação profissional, ou ainda exposições ao ridículo.
Consequências 
O assédio moral no trabalho desestabiliza o empregado, tanto na vida profissional quanto pessoal, interferindo na sua autoestima, o que gera desmotivação e perda da capacidade de tomar decisões. A humilhação repetitiva e de longa duração também compromete a dignidade e identidade do trabalhador, afetando suas relações afetivas e sociais. A prática constante pode causar graves danos à saúde física e psicológica, evoluir para uma incapacidade laborativa e, em alguns casos, para a morte do trabalhador.
O que o trabalhador pode fazer? 
O trabalhador que suspeitar que está sofrendo assédio moral em seu ambiente de trabalho deve procurar seu sindicato e relatar o acontecido, assim como a órgãos como o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Superintendência Regional do Trabalho. Ele também pode recorrer ao Centro de Referência em Saúde dos Trabalhadores, que presta assistência especializada aos trabalhadores acometidos por doenças ou agravos relacionados ao trabalho. Para comprovar a prática de assédio, é recomendado anotar todas as humilhações sofridas, os colegas que testemunharam o fato, bem como evitar conversas sem testemunhas com o agressor. Buscar o apoio da família e dos amigos é fundamental para quem passa por um processo de assédio moral.


terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Prazo para saque do abono salarial ano-base 2015 termina quinta-feira

Trabalhadores com direito ao abono salarial ano-base 2015 têm até quinta-feira (28) para sacar o beneficio. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informou que esse é o prazo final e não haverá nova prorrogação. Segundo o MTE, até o fim de novembro 1,4 milhão de brasileiros com direito ao benefício ainda não tinham sacado o dinheiro.



Quem trabalhou na iniciativa privada em 2015 pode retirar o dinheiro em qualquer agência da Caixa Econômica Federal ou em uma casa lotérica. Servidores públicos devem procurar o Banco do Brasil. Cada trabalhador recebe valor proporcional à quantidade de meses trabalhados formalmente naquele ano. Se a pessoa trabalhou o ano todo, recebe o valor na íntegra. Quem trabalhou por seis meses, por exemplo, recebe metade do valor. Os pagamentos variam de R$ 79 a R$ 937.

Para ter direito ao abono salarial ano-base 2015, é preciso ter trabalhado formalmente em 2015 e atender a alguns requisitos, como estar vinculado formalmente a uma empresa ou a um órgão público por pelo menos 30 dias naquele ano, ter remuneração média de até dois salários mínimos no período, estar inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e ter os dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Para saber se tem direito ao benefício, é possível fazer uma consulta ao site do Ministério do Trabalho com o número do PIS ou do CPF e a data de nascimento. Também é possível obter informações nas agências bancárias ou ligando para o Alô Trabalho, 158. As ligações são gratuitas de telefone fixo em todo o país.

A Caixa Econômica Federal fornece a informação aos beneficiários do PIS também pelo telefone 0800-726 02 07. O Banco do Brasil atende os beneficiários do Pasep no número 0800-729 00 01.


quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Deu no Sobral em Revista =- Representações do comércio firmam acordo da nova Convenção Coletiva de Trabalho do Comércio de Sobral para 2018

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Sobral – CDL esteve reunida com representantes do Sindicato dos Empregados no Comércio, Sindicato dos Lojistas do Comércio Varejista e o Sindicato do Comércio Atacadista de Sobral, para juntos firmarem a nova Convenção Coletiva de Trabalho do Comércio de Sobral para 2018.


Para o presidente da CDL-Sobral, Zezinho Ponte, o diálogo entre as instituições é essencial para garantir o bom funcionamento do comércio. “Momento decisivo para o comércio de Sobral. Firmamos importante acordo da Convenção Coletiva do Trabalho para 2018. A CDL reaproximando e buscando o melhor entendimento entre empresários e seus colaboradores na construção de um comércio mais forte e unido”, destaca.

Participaram do encontro o presidente da CDL, Zezinho Ponte; presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio, Hudson Hélio Soares; Sindicato dos Lojistas do Comércio Varejista, Grijalba Frota, Sindicato do Comércio Atacadista de Sobral, Atualpa Rodrigues Parente; Diretor Jurídico do Sindicato dos Empregados no Comércio, Dr. Judá Carneiro; a vice-presidente da CDL-Sobral, Daniela Costa.